quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Imagens das castanholas que a prefeitura derrubou

















No site google maps ainda constam imagens das árvores
que foram derrubadas pela prefeitura do Recife,
na Rua José de Alencar, na Ilha do Leite.
As três Castanholas (Terminalia catappa) sumiram do mapa
na última segunda-feira (13-12-2010) sem motivo aparente.

Clique aqui e veja o post anterior para saber mais detalhes
sobre o que aconteceu.

Clique aqui e veja pessoalmente o mapa no site googlemaps.



.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Recife: cresça, mas não desapareça com as nossas árvores!

















A Terminalia catappa costuma dar uma ótima sombra, como se
pode ver na foto acima. De acordo com a região ela pode ser chamada
de Castanheira, Castanheira Portuguesa, Castanha da índia, Castanhola,
Sete Copas, Chapéu de Sol e possivelmente outros nomes
. Fonte.

















Preservando o que, mesmo? Três árvores (da espécie Terminalia
catappa) foram derrubadas ontem à tarde pela prefeitura do Recife, numa
calçada da rua José de Alencar, em frente a um prédio empresarial
que está sendo construído pela empresa ROMARCO, próximo a Praça Miguel
de Cervantes, na Ilha do Leite.
Imagem retirada do site.


______________________________________________________



A José de Alencar é uma das ruas mais tradicionais da área residencial do centro do Recife, juntamente com a Soledade, Dom Bosco, Manuel Borba, Sossego, Marques do Amorim, Gervásio Pires e tantas outras.
Muitas gerações de famílias cresceram e continuam crescendo nessa vizinhança. Pra quem não sabe, ou não lembra pelo nome, ela é aquela rua que vai da esquina da loja Riachuelo da av. Cde da Boa Vista, até a praça Miguel de Cervantes, na Ilha do Leite.

De uns tempos pra cá, a rua José de Alencar vem apresentando uma tímida, mas constante expansão imobiliária, justificada pela proximidade com o pólo médico da Ilha do Leite e com o Fórum da Ilha de Joana Bezerra, além de ser uma boa opção também para novos moradores, pela sua localização.

Não é de hoje que muitas dessas ruas tem assumido esse perfil misto de residencial/comercial/empresarial, como na maioria dos bairros centrais de qualquer capital brasileira. E isso é perfeitamente compreensível e aceitável, pois é o reflexo do crescimento populacional,
econômico, etc.

O que não é compreensível (e muito menos aceitável) é crescer e mudar a paisagem da cidade pra pior, tirando de muitas ruas do centro (e de outras localidades) algo que elas tem (ou tinham?) de mais característico e de bom, que é a cobertura vegetal proporcionada pelas nossas árvores - há décadas, moradoras daqueles logradouros.

Ontem (13-12-2010) presenciei uma equipe da prefeitura cortando 3 (três) árvores de grande porte (Castanholas) na calçada da rua José de Alencar (em frente a um prédio empresarial que está fase de conclusão). Não sou técnico nessa área, apenas frequento o local, mas acho que as árvores pareciam saudáveis, assim como o Ficus enorme que foi arrancado da calçada do Hospital João XXIII, no mesmo bairro.

É triste assistir a cenas como essas, no ano em que prefeitura lançou um novo plano de arborização para a cidade, o qual até agora a população não sabe ao certo quais são as metas de tal plano.
O pouco que sabemos é que um cidadão pode ser multado se for flagrado simplesmente "podando" uma árvore na calçada da sua própria casa, enquanto empresários que proporcionam o crescimento econômico para o estado/município, recebem autorização para cortar árvores inteiras no entorno de seus empreendimentos, sem motivo aparente (doença da árvore, risco de queda, etc).

Liguei para o setor de cortes e podas da prefeitura (Emlurb) para saber se o mesmo havia sido autorizado e recebi a confirmação de que sim, o corte foi autorizado pela DIRMAM (Diretoria de Meio Ambiente, da prefeitura). Liguei várias vezes pela manhã (entre as 10 e 11h) para os números que o funcionário da Emlurb me forneceu como sendo da DIRMAM (3355 8712/8452) e ninguém atendeu. Liguei para um outro setor da Emlurb, onde outro funcionário me sugeriu ligar para o PABX da prefeitura (3355 8000) e novamente, ninguém atendeu.
Já o telefone da Brigada Ambiental (3355 2112 também da prefeitura), ninguém atende desde ontem quando liguei por volta das 15h, após presenciar o abate das árvores. Liguei pra lá diversas vezes hoje pela manhá também e ninguém atendia.

Informei a situação a dois repórteres de dois dos mais antigos e importantes jornais em circulação da nossa cidade/estado.
Quem sabe, eles não teriam mais facilidade em contactar a DIRMAM, descobrir o verdadeiro motivo da eliminação das árvores e explicar a população quais são os critérios da nossa prefeitura para justificar esse tipo de ação destrutiva?

Até me provarem o contrário, eu vou ficar acreditando que as árvores foram derrubadas para facilitar o acesso ao mais novo prédio empresarial/comercial da Ilha do Leite. É o Recife crescendo sem sustentabilidade?
Onde fica o bem estar da população (árvores = sombra = menos calor = mais humidade = paisagem mais agradável/bonita = bem estar).
Assim como estas da rua José de Alencar, quantas outras podem estar sendo retiradas da nossa cidade sem critério algum?


.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cadê o espírito natalino do Papa?















Vaticano dá mau exemplo e CORTA árvore de quase 100 anos, para usá-la como ÁRVORE DE NATAL na praça de São Pedro.
Uma árvore de Natal de 34 m de altura, 94 anos de idade e 5 t foi colocada nesta sexta-feira na praça de São Pedro do Vaticano, onde permanecerá junto ao tradicional Portal de Belém durante as festas do Natal.

A árvore procede da localidade de Luson, um pequeno povoado da província de Bolzano, capital da região italiana do Alto Adige (sub Tirol) de língua alemã.

Leia mais aqui e veja mais imagens aqui.

.


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A criançada vai se divertir... plantando!





Foto meramente
ilustrativa, retirada
do site da BBC.








No próximo sábado vai acontecer o curso de cultivo ecológico de jardins e hortas em pequenos espaços para crianças.

Leve seus filhos, sobrinhos, netos, irmãos pequenos,
amigos dos filhos...


O curso inclui:
Preparo de terra com adubos orgânicos;
Plantio de mudas e semeadura de hortaliças,
temperos e flores em vasos.

Data:
04/12/2010

Duração:
2 horas

Horário:
14h às 16h

Valor:
R$50 (inclui material e direito a acompanhante)

Local:
Integre - Centro de Evolução
Rua Manoel de Carvalho, 93 - Aflitos

Contato:
Simone Miranda (81) 8506-6949


.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O invasor é exótico





















No domingo 14-11-2010, foi publicada uma matéria no
Jornal do Commercio de Pernambuco, com o seguinte título:
Reserva de Caetés Livre de Árvores Invasoras
(clique imagem acima, para ler a matéria original, ou aqui, para ler no blog da repórter Verônica Falcão),
sobre o corte de Jaqueiras, Carolinas, Sombreiros e outras árvores exóticas daquela reserva natural.


Mas o que são árvores invasoras?
Invasor é o adjetivo usado por especialistas para definir espécies exóticas que conseguem se propagar de forma autônoma (sem a ajuda do homem) e sem controle, em matas nativas, concorrendo em ocupação de espaço com as espécies originárias daquele bioma.


Certo, mas o que são árvores exóticas?
Qualquer planta que não é natural (originária) de uma determinada região, é considerada exótica. As que são naturais de uma região, são conhecidas como nativas.


Podemos ter exóticas originárias de diferentes países, como a Mangueira, Jambeiro e a Jaqueira (todas da Ásia) e a Tamarineira (da África). Também existem plantas exóticas originárias de um mesmo país, sendo nativas de regiões específicas. Por exemplo, o Sombreiro e o Abricó de Macaco, são espécies originárias de matas do Amazonas, sendo portanto, considerados espécies exóticas em relação à outras regiões do Brasil.


E como as plantas exóticas passaram a ocupar espaços
em diferentes
países/regiões?
Na grande maioria das vezes, com uma ajudinha do "vizinho" mais inteligente do planeta: o ser humano.
Por razões as mais diversas, tais como: curiosidade, estudo científico, por motivos econômicos, afetivos, fitoterápicos, paisagísticos e etc, pessoas transportam plantas na forma de mudas e/ou sementes, de um lugar à outro, há muito tempo, a ponto de em aguns lugares, moradores confundirem espécies exóticas com nativas (é o caso das pessoas que acham que
jambo
e tamarindo são do Nordeste do Brasil, por exemplo).


Certo, agora que eu já sei que exótico não é só o cara esquisito que mora na minha rua, e que invasor não são só os extra-terrestres do filme de ficção, qual a importância de se derrubar as árvores "invasoras" em reservas florestais como a de Caetés, em Pernambuco ou as da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro? Para os especialistas que defendem a técnica, é uma forma de se manter e propagar as espécies nativas, em detrimento das que não são originárias da região, preservando assim, as características daquele ecosistema, incluindo-se aí, os animais nativos e demais seres vivos que sobrevivem direta ou indiretamente do ambiente formado pela vegetação original (nativa).


Mas como em quase tudo nesse mundo, há controvérsias...
Existem especialistas (eng. Agrônomos, eng. Florestais, ambientalistas, etc) que não compartilham com essa idéia de simplesmente chegar e "remover" as ávores exóticas. Para essas pessoas, trata-se de uma saída mais fácil. Podia-se pensar e investir em outras coisas, como pesquisas acerca do impacto ambiental provocado pelas invasoras, suas relações com os agentes dispersores, etc. Enfim, papo de especialista.
A verdade é que a matéria do Jornal do Commercio só mostrou o lado de quem está por tráz desse projeto, que tem financiamento de R$ 60 mil (pouco se pensarmos que os governos municipais chegam a gastar com eventos culturais como carnaval, ou financiamentos de projetos de artistas...).



.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O que é aquilo amarelo lá em baixo?







Craibeira
(Tabebuia caraiba)
da Av. Agamenon
Magalhães /Recife,
flagrada pelo google
maps.


Clique na imagem
para ampliar






Clique aqui para saber mais sobre
as Craibeiras.




.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Plante as Arvores do Xingu e Araguaia

















No último sábado, passeando pela Livraria
Cultura, encontrei esse SIMPÁTICO (pelo formato,
projeto gráfico, impressão, papel, etc) e RICO (pelas
informações) livrinho, por R$ 25,00 (comprei, lógico ;)
Ele é composto por duas partes, divididas
em dois pequens livros: uma é um "Guia
de Identificação" e a outra, o "Manual do Plantador".


Eu estava procurando um link sobre ele no google, pra mostrar
a uma amiga, e eis que, me deparo com os links pra baixar os livros
completos em PDF: ele tem licença livre (creative commons).

Resolvi compartilhar com todos vocês o meu "achado" :)
Seguem os links para download:

Baixe o "Guia de Identificação"

Baixe o "Manual do Plantador"


Se preferir, pode "folhear" o livro pelo site ISSUU.
Clique aqui também, para ler um comentário.




.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Eles não podem protestar, mas nós podemos.

Participe da enquete:
por um lar mais digno para os animais
silvestres
do Parque 13 de Maio.





Foto feita
em fevereiro
de 2009, mas
os animais
continuam
vivendo lá.







No Parque 13 de Maio, em pleno centro do Recife/PE,
Macacos, Araras, Tucanos e outras aves, ficam
expostos à poluição típica de um centro urbano (fumaça,
buzinas, barulho de motores, alarmes, sirenes, etc), além
do alto volume sonoro provocado pelos shows que são
realizados naquele local.

Participe da enquete, é muito simples
e rápido. Basta clicar aqui e você verá
uma imagem igual a essa aí em baixo.
Depois, escolha uma das opções
e clique em "vote" (barra azul mais escuro).




Clique na
imagem para
ampliar e ver
como fazer
para votar.




E se você quiser ficar por dentro do andamento
da pesquisa, clique em "resultado parcial"(botão
azul mais claro, ao lado do botão de votar).

O resultado desta enquete vai ser decisivo para darmos
o próximo passo, que será uma mobilização atravéz de coleta
de assinaturas, para pedir providências ao poder público
no sentido de se encontrar um lugar mais adequado para
esses animais.




.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Palmetum : o sonho de um engenheiro





















O engenheiro Gileno Machado possui uma
coleção de mais de 3000 mudas de palmeiras,
inclusive de espécies nativas raras.
Seu sónho é encontrar uma parceria com
uma instituição para a criação de um
jardim botânico exclusivo de palmeiras
(palmetum, segundo os especialistas).

Clique na imagem para ler a matéria
publicada neste domingo, 31/10/2010.


Clique aqui, para baixar a imagem com
melhor resolução.



.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fiscalizar as árvores do Recife é um serviço muito lento...




















Modelo Georgina Stojlijtoric posa com um bicho preguiça
para o calendário Pirelli 2010. Achei apropriado para ilustrar
o texto abaixo.

Foto extraída do site do Estadão. Para ver, clique aqui.




Sexta-feira passada (23-10-2010)
soube por uma amiga, atravéz da rede social twitter,
que estavam derrubando umas árvores no terreno
de um hospital no bairro recifense de Casa Forte,
zona oeste da cidade.


Liguei para a Brigada Ambiental (3355 2112), que é uma
espécie de polícia ambiental da cidade (inclusive faz parte
da guarda municipal) para fazer a denúncia. Eles me disseram
que já havia uma queixa e que a ocorrência estava registrada,
porém, eles só poderiam ir até o local quando o seu pessoal
fosse liberado de uma visita a outra ocorrência. Ok.

Liguei pra lá hoje pela manhã para saber alguma notícia
(se as árvores tinham autorização ou não para serem
derrubadas, ou se tinham autuado os responsáveis, etc.).
Eis que fico sabendo que eles ainda não tinham ido até o local
e o pior: que teriam que ir até lá com um fiscal da Secretaria
de meio Ambiente, mas infelizmente isso não seria possível
hoje (25-10-2010), por ser feriado do Dia do Funcionário
Público.

Resumindo é isso:
Além de não terem ido ao local no próprio dia da denúncia, no
momento em que as árvores estavam sendo derrubadas, agora,
passados 3 dias do ocorrido, eles estão esperando um fiscal
da Secretaria do Meio Ambiente, que está curtindo o feriado do dia
do funcionário público. Ou seja, só devem ir lá, amanhã, terça-feira,
4 dias depois do cocorrido.

Pelo novo plano de arborização urbana da cidade do Recife, aprovado
e divulgado na imprensa pelo atual prefeito petista João da Costa,
agora, mesmo árvores localizadas em terreno particular, não podem
ser removidas, sequer podadas se não for por pessoal da própria
prefeitura. E as árvores em questão devem ser avaliadas por técnicos
que vão dar o parecer sobre que providência deverá ser tomada
com as mesmas. Mas está parecendo que é mais uma lei só pra
constar, pois é frequente ouvir reclamações da lentidão do serviço
até mesmo quando se solicitam simples podas para as árvores.
E o cidadão se vê de mãos atadas, pois nem a prefeitura envia pessoal
para fazer, nem a pessoa pode contratar alguém (mesmo com qualificação)
para podar as árvores, sob o risco de ser multado.

Mesmo com esse novo "plano" de arborização em vigor, é comum ver
episódios como esse do Hospital Memorial de Casa Forte acontecer.
Por coincidência, em outro bairro da cidade, na Ilha do Leite, outros
dois hospitais também derrubaram árvores em seus terrenos esse ano:
O hospital João XXIII e o Albert Sabin.

Não adianta criar leis e planos, para cuidar do meio ambiente
se não se investe na fiscalização.


.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fazendo a minha parte





















Já é a segunda vez que tento implantar
no prédio onde moro, um sistema de coleta
de material reciclável. Da outra vez eu entrei
em contato com a mesma instituição (Projeto
Edifício Ecológico
) e deixei os entendimentos
com o antigo síndico. Desta vez, eu mesmo
solicitei orçamento e o encaminhei para
o atual síndico do condomínio, que se mostrou
muito mais interessado no projeto.

Também me encarreguei de fazer o cartaz acima
e pretendo providenciar fotocópias da proposta
orçamentária para entregar aos 24 apartamentos
do prédio. Já contactei com vizinhos que se
mostraram favoráveis à iniciativa em encontros
casuais pelo prédio, mas é preciso levar
o assunto ao conhecimento dos demais moradores,
pois para concretizarmos a coleta seletiva,
precisamos da (pequena) contribuição financeira
de TODOS/AS.

Estou colocando aqui no blog esse assunto quase
particular (afinal, trata-se de uma movimentação
no condomínio onde moro), porque pode servir de
exemplo e estímulo para que outras pessoas
tomem iniciativa semelhante.

Alguns sequer sabem que existe uma instituição
como o Condomínio Ecológico, que atua na implantação
de coleta seletiva condominal, no Recife e Jaboatão
(para saber se atuam em outras áreas, favor entrar
em contato com o site do projeto, clicando aqui).

Pois bem. Coloquei o cartaz hoje no meu prédio
e estou torcento e contando com a sensibilidade
e engajamento dos moradores para que tenhamos menos
material reciclável sendo jogado nos aterros
sanitários, o que é um verdadeiro desperdício.

E você, o que faz com as garrafas de refrigerantes,
com as caixas de papelão dos eletrodomésticos,
com os jornais, com os potes de iogurte, garrafas
de vidro e outras embalagens de produtos que você
consome?
Uma boa dica para quem deseja encaminhar seus
materiais recicláveis por conta própria, são os
postos de coleta dos supermercados espalhados pela
cidade. Aliás, é como eu tenho feito, até hoje.

E você que se interessou pelo assunto e tem vontade
de fazer coleta seletiva no seu prédio, sem precisar
se deslocar para fora de casa, é so clicar aqui
e conhecer melhor o Projeto Edifício Ecológico.

Boa sorte (para nós todos/as)!



.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Maus tratos é o que?
















Quantos shows religiosos e manifestações públicas diversas,
o sujeito acima terá
assistido ao longo de sua estadia no Parque 13 de Maio?
Será que ele e seus amiguinhos, aves e macacos, não se sentiriam melhor
em um lugar mais tranquilo, sem fumaça, gritaria, alto falantes ou guitarras?



Existem expressões que podem ter mais de um significado
ou interpretações.
Isso deve explicar o motivo de ainda vermos animais enjaulados
no Parque 13 de Maio, em pleno centro do Recife.

Animais como Macacos (duas jaulas com primatas), Araras,
Tucanos e outras aves, ficam expostos à poluição do ar e sonora,
causada diariamente pelo ruído típico de um movimentado
centro urbano (buzinas de veículos, barulho de motores,
alarmes de carros, sirenes, etc), além do ruído de altos
decibéis provocado por eventos que são realizados
naquele local,
especialmente shows religiosos.

Pois bem. "Maus tratos" deve ter várias interpretações,
dependendo de quem os está está praticando.
O IBAMA pode perfeitamente multar e prender uma senhora,
porque a mesma criava um papagaio em seu apartamento
(e o devia cuidar com muito carinho). No entanto,
não toma nenhuma providência com relação a estes ainimais
silvestres que são mantidos aprisionados naquele parque.

Tá certo, alguém pode me dizer: "mas os animais são alimentados
adequadamente e bem tratados pelos funcionários do parque..."
ou até dizer que eles podem ter (e devem ter) assistência veterinária,
até porque, se não, provavelmente morreriam.

Mas na minha interpretação de "maus tratos", eu incluo o fato
dos animais serem expostos a esse ambiente urbano, por demasiado
(des?) humano, que muitas vezes provoca estresse até em nós mesmos,
que somos responsáveis pela a sua existência, o que dizer dos
animais, que não escolheram aquele ambiente para viver?

Na minha opinião, o parque é tão "impróprio" para a vida daqueles
animais, quanto o apartamento de muitas pessoas que compram
ilegalmente animais silvestres no mercado da Madalena, por exemplo.
A diferença é que no parque, os animais parecem ter autorização
do IBAMA
para viver cercados pela fuligem da poluição e vez por outra
terem sua audição "acariciada" pelo som de guitarras, baterias,
cantorias diversas e outros sons devidamente amplificados.

Isso é vida para animais silvestres?








Esses a,í ao menos
"esticam as canelas".













Pequena vista do parque,
que é a maior área verde
do centro da cidade.










.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Curso : Cultivo Ecológico de Jardins e Hortas em Espaços Pequenos


A idealizadora
do curso está
planejando para
breve, uma versão
infantil.
Portanto, quem
tiver pimpolhos,
pode ir se
preparando :)





Quem já não pensou em cultivar ervas
aromáticas em casa? Que tal ir buscar o manjericão
fresquinho na janela, ao invés de ir ao supermercado
ou à feira? Bacana, não?

No próximo sábado, 06-novembro-2010 (sábado)
haverá mais uma edição do curso
de Cultivo Ecológico de Jardins e Hortas
em Espaços Pequenos
.

HORÁRIO:
aula teorica das 9h às 12h (inclui apostila)
aula prática das 13:30h às 16:30h

LOCAL:
Integre - Centro de Evolução
R. Manoel de carvalho, 93 - Aflitos (atrás do náutico)

INVESTIMENTO:
R$ 100,00 - inclui o material da aula teorica (apostila)
e da aula prática (mudas, vasos, sementes, adubos orgânicos
etc).


Para maiores informações, entrar em contato com
Simone Miranda:

meliponini@oi.com.br

81 8506 6949


Para ver o cartaz de divulgação do o curso,
clique aqui .


.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Embalagens convidam crianças a conhecer nossas ÁRVORES



e ensinam a preservar o meio ambiente.














A indústria de produtos alimentícios PANCO está
lançando uma série de embalagens para alertar aos
seus consumidores sobre a importância da preservação
do meio ambiente.

Pau-brasil, Araucária, Ipê-amarelo e Açaí
são as quatro espécies arbóreas nativas que ilustram
a série de embalagens de "bisnaguinhas" Conheça as nossas
árvores, que ainda inclui informações sobre cada uma delas.
Mas confesso que senti falta de seus nomes científicos :)

Recebi essa notícia através do site Embalagem Sustentavel
via twitter. Clique aqui para conhecer o site (recomendo)
e saber mais sobre essa e outras boas iniciativas na área
de educação ambiental, como as dicas de reciclagem (ver abaixo).













Cada vez mais as indústrias estão investindo em ações
como essa, para contribuir com a educação do seu público
consumidor. Na minha opinião deveria existir uma legislação
que obrigasse as indústrias a fazerem algum tipo de orientação
nesse sentido.
Afinal, o material precisa ser descartado de forma consciente
e responsável e cabe a todos - poder público, indústria, comércio
e nós, consumidores - cuidar para que isso aconteça.

Clique aqui para conhecer o hotsite das embalagens,
que contém informações até bastante detalhadas sobre cada
espécie, como sementes, germinação, instruções de plantio,
indicação dos locais mais apropriados para plantar cada
espécie, etc.

Parabéns, PANCO!
Que outros sigam o exemplo.
:)



.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Plantando as mudas que o Soleil derrubou.














Em protesto ao não cumprimento da promessa
de "replantio" de árvores feita pelo governo
e pelos responsáveis pela realização do espetáculo
do Cirque du Soleil em Pernambuco, ano passado,
ambientalistas protestaram quebrando o chão
com picaretas e plantaram 50 mudas de árvores.

Clique aqui e leia matéria do Jornal do Commercio,
de onde também foi retirada a foto acima
(de Guilherme Fujimoto/JC Online) .

Se você não está ao par dos acontecimentos, clique
aqui
para saber como o Cirque du Soleil destruiu
as árvores do parque Memorial Arcoverde, com
a conivência dos órgãos públicos.



.

terça-feira, 18 de maio de 2010

A peleja continua






















O grupo "Amigos da Tamarineira" prepara
um evento para o dia 5 de junho, sábado pela manhã
(dia do meio ambiente).

Continua a luta contra a construção de um shopping center no local onde funciona um hospital psiquiátrico.
O terreno foi negociado pela Santa Casa
de Misericórdia
a um grupo empresarial.


Desde que foi divulgado pela imprensa, o assunto
tem provocado polêmica, pois implica no fechamento
do hospital psiquiátrico, que é considerado uma
referência, além de supressão arbórea (30% da cobertura
vegetal) e o impacto que o shopping poderá provocar
no trânsito já caótico daquela região.

Quem se interessar em participar e/ou divulgar o evento,
fique atento ao blog do grupo "Amigos da Tamarineira":

http://amigosdatamarineira.blogspot.com/


.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Lá vem chegando o São João!
















Mês que vem (junho), é época de uma das festas mais populares
e animadas aqui no nordeste. É a festa do forró, das quadrilhas
juninas e dos fogos de artifício.

Mas também é a festa das fogueiras, que trazem consigo alguns
problemas ambientais, como a queima da madeira que espalha CO2
pelo ar e também o desmatamento ilegal das árvores, para
transformá-las em combustível para iluminar e aquecer a noite
junina.

Não sei se foi coincidência, mas ontem, há mais de um mês
de distância das festas juninas, encontrei três árvores urbanas
completamente dizimadas em uma calçada de uma rua no bairro
do Rosarinho, zona norte do Recife. Praticamente só restavam
os troncos delas. Na mesma rua, no jardim de uma residência,
se encontravam algumas toras de madeira armazenadas.
Fiquei me perguntando se aquelas toras não seriam das pobres
árvores da calçada da rua. Na dúvida, acionei a Brigada Ambiental
para investigar e, se fosse o caso, punir os responsáveis.
Deixei recado também na redação de um jornal local, para coluna
de meio ambiente, caso de houvesse interesse pelo assunto.

De qualquer forma, independente do que tenha ocorrido, as árvores,
ou o que restou delas, estava lá na rua, proporcionando uma das
imagens mais desagradáveis de se ver (pelo menos, pra mim).

O endereço é a conhecida Av. Santos Dumont, num trecho
que nem eu mesmo sabia que ainda pertencia a esta via:
fica um pouco depois que a referida avenida cruza a Av. Norte,
quase chegando numa outra avenida onde tem um canal, a mesma
que margeia o estádio do Arruda. E as árvores trucidadas,
ficam no cruzamento desta Santos Dumont, com a Rua Noronha
de Carvalho, no já citado bairro do Rosarinho.

Valeria a pena se os órgãos competentes investigassem a origem
da madeira que se encontra armazenada no jardim da residência
da rua onde as árvores foram destruídas, pois, mesmo que não sejam
das árvores da rua, é necessário saber SE A MADEIRA É DE ORIGEM
LEGAL E SE TEM AUTORIZAÇÃO para ser comercializada.

Se autuam e multam pessoas que criam papagaios - alguns, que há tempos
já são animais completamente domesticados, tratados e alimentados
com carinho, enquanto outras espécies silvestres são mantidas em
cativeiro do Parque 13 de Maio, expostas ao barulho urbano e de shows
que são realizados por lá - por que não punir também as pessoas que
destroem árvores para fazer "dinheiro extra" na época das festas
juninas com a sua madeira, e ainda poluem o meio ambiente com muita
fumaça na noite de São João?

Sejamos justos...


.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vigília CONTRA DESMATAMENTO recorde

Segue abaixo nota de esclarecimento para que entendamos
melhor porque o governo não deve desmatar SUAPE
e o convite para uma vigília em protesto contra este
projeto de lei absudo.

A vigília está sendo realizada nesta quinta-feira,
22-04-2010 deste às 7h00 da manhã e ocorrerá
DURANTE TODO O DIA, na Rua da Aurora, em frente
à escultura do CARANGUEIJO e está sendo organizada
pelo Comitê de lutacontra a destruição dos nossos Mangues,
comitê este, composto por algumas das entidades mais
representativas de defesa do meio ambientedo nosso estado.


"ONGs, Ibama e pesquisadores,
garantem que há área disponível,
sem a necessidade de desmatamento

de vegetação nativa, para abrigar as novas
instalações do complexo"
(fonte: bolg do meio ambiente de JC:
clique AQUI para ler mais).




Clique AQUI para saber
quais foram os deputados
que VOTARAM A FAVOR
DO DESMATAMENTO
recorde em SUAPE.







__________________________________________________


Pojeto de Lei Ordinária 1496/2010
Nota de Esclarecimento


As Entidades Ambientalistas e Integrantes de Movimentos Sociais vêm através desta, expor os seus posicionamentos referentes ao Projeto de Lei Ordinária Nº 1496/2010, de autoria do Poder Executivo.

O Projeto de Lei Ordinária Nº 1496/2010 trata de autorizar a supressão de uma área vegetal predominantemente nativa, totalizando 1.076,5780 ha (mil e setenta seis hectares, cinquenta e sete ares e oitenta centiares), divididas entre Manguezal, abrangendo 893,4820 ha (oitocentos e noventa e três hectares, quarenta e oito ares e 20 centiares); Remanescente de Mata Atlântica, abrangendo 17,0329 (dezessete hectares, três ares e vinte e nove centiares), sendo esta área localizada numa Zona de Preservação Ecológica (ZPEc); e Mata de Restinga, abrangendo 166,0631 ha (cento e sessenta e seis hectares, seis ares e trinta e um centiares), localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape - CIPS, no litoral sul do Estado de Pernambuco.


Considerando que:

· O EIA/RIMA (ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL /RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL) do empreendimento em tela foi feito há mais de 10 anos, e por esta razão, está desatualizado, por não ter considerado condicionantes socioambientais hoje indispensáveis na sua análise;

· Um Decreto de Utilidade Pública não pode contrariar os determinantes e as garantias da Constituição Federal, especificamente no que estabelece o Art. 225;

· A decretação de utilidade pública do processo em questão, vislumbra apenas o processo de urbanização da ampliação do Porto de Suape e NÃO outros aspectos, como a condição das comunidades de pescadores e da sociedade beneficiada com seus produtos (alimento ofertado), dos agricultores familiares, a garantia da conservação da paisagem, fundamental para o setor turístico;

Considerando, ainda, que o Decreto Nº 82899, de 19 de dezembro de 1978, que Declara de utilidade pública e interesse social de Suape foi publicado em 1978, antes da:

Lei de Zoneamento Industrial nas áreas críticas de poluição – 6803/1980
Lei de Política de Meio Ambiente - 1981
Lei de Gerenciamento Costeiro – 7.61/1988
Lei de Criação do IBAMA – 1989
ECO - 1992
Lei de Recursos Hídricos - 1997
Lei de Crimes Ambientais – 9605/1998
Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – 9985/2000
1ª. Conferência Nacional de Meio Ambiente – 2003
Política Nacional de Combate às Mudanças Climáticas

Conclui-se a necessidade de REVISÃO do Decreto de Desapropriação para fins de expansão do complexo industrial-portuário, considerando a evolução da sociedade e dos instrumentos de defesa e gestão dos recursos naturais.

· O manguezal é cientificamente comprovado indispensável à condição de preservação de espécies e da piscosidade dos estuários e oceanos;

· A eliminação do manguezal influenciará negativa e diretamente na comunidade de pescadores, seja as tradicionais e/ou as comerciais, cujas atividades são desenvolvidas nas regiões estuarinas, marinhas e oceânicas. E ainda, influenciará negativamente em toda a população, quando da redução e má qualidade dos alimentos ofertados (produção de pescado e mariscos);

Considerando, ainda, que tal projeto não fora encaminhado para discussão no âmbito do Conselho Estadual de Meio Ambiente - Consema, no que foi feita uma convocação extraordinária para análise e parecer.

Para nós, está claro que o referido Projeto de Lei fere o direito Constitucional estabelecido no Artigo 225, quando não garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, principalmente para as populações tradicionais, de agricultores e pescadores familiares.

Inverte o papel do Estado quando não o incube de assegurar a efetividade do direito constitucional determinado no Artigo 225, e ao contrario, quando não observadas as considerações aqui expressas, passa a ser o agente infrator por NÃO:

I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e
prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;

II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País;

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.

Acentuando que as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

O Projeto de Lei refere-se a necessidade de supressão para instalação de estruturas industrial/portuária diferentes da existentes como referência no EIA/RIMA de 2000, ou seja, houve alteração do projeto original em análise, INCLUSIVE quando a supressão solicitada atinge, por exemplo, 17 hectares de mata atlântica em área de preservação ZPEC, já instituída como forma de compensação da primeira etapa do instalação do empreendimento.

Conclui-se que houve alteração do Projeto do Complexo Industrial-Portuário o que exige novos estudos de impacto ambiental e seu respectivo relatório de impacto ambiental.

Considerando que estudos comprovam que o manguezal, além de sua importância biológica para a vida marinha e oceânica, tem uma função social quando da geração de alimento e renda, com a afirmativa de que 01 hectare de mangue preservado sustenta 01 família (Leandra Gonçalves – Greenpeace- Campanha dos Oceanos) e que 01 hectare de manguezal protegido pode gerar até U$ 50 mil/Ano(Professor Jeovah Meirelles – Univ. Federal do Ceará)

Num pedido de informações à Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, nenhuma informação concreta sobre os trabalhos de compensação, de 2007 até a presente data, foi fornecida!

O que gostaríamos de ressaltar é que estamos falando de um patrimônio público. A Convenção de 1972 da Unesco estabeleceu que os recursos biológicos, tais como plantas, são uma herança comum da humanidade. Os novos acordos estabelecem que os países devem conservar a biodiversidade, desenvolver recursos para sustentabilidade e partilhar os benefícios.

É bom lembrar que apesar de Ipojuca ter uma economia cinco vezes superior à da capital e oito vezes maior do que a média estadual, ostenta o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), perdendo apenas para o município de Araçoiaba.

Que legado vamos deixar para os nossos filhos, netos, para as gerações futuras?

Recife(PE), 21/04/2010




Contatos:

Alexandre Moura - 8816 9628
Ecos - Associação Ecológica e de Cooperação Social de Pernambuco

Fábio BARROS - 9164 8018
Manoel Tabosa - 8634 9071
Associação de Defesa de Meio Ambiente de Jaboatão

Suzy Rocha - 8622 660/ASPAN
ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE DEFESA DA NATUREZA

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Caixão e Vela Preta

Porto de Suape, Pernambuco.





Clique
na imagem
para
ampliá-la,
ou clique
AQUI
para
ler a nota
ofcicial
sem os
destaques






A região de SUAPE (litoral sul do estado de Pernambuco) poderá ter uma extensa área de sua vegetação NATIVA desmatada "OFICIALMENTE" pelo Governo do Estado,
sem multas ou prisão para o responsável.


Agora, só nos resta torcer para os parlamentares
não votarem a favor deste projeto de lei, através
do qual se permitirá a DESTRUIÇÃO de de 1.076,49 hectares
vegetação nativa de SUAPE,
sendo 893,4 hectares de mangue,
17,03 de mata atlântica e 166,06 de restinga, o maior desmatamento
da história do nosso estado. Vamos torcer para que estes
parlamentares não sejam tão irresponsáveis como o governo
está sendo em relação ao meio ambiente
, e que, EM RESPEITO
aos cidadãos/ãs que os elegeram,
NÃO VOTEM A FAVOR
DESTE PROJETO DE LEI INSANO
.


Vamos torcer e fazer pressão, pois eles/as (os deputados/as)
estão lá, recebendo seus privilegiados salários às nossas
custas, eleitores que somos. Vamos ficar de olho em quais
parlamentares votarão a favor deste projeto REPULSIVO,
para nunca mais votar nos mesmos/as, e ainda fazer campanha de
esclarecimento à população para lembrar deste triste episódio
(eu farei com o maior prazer) e listar seus nomes quando eles/as
se candidatarem a outros cargos eletivos novamente.


Foram realizados dois debates na Assembléia Legislativa
do Estado de Pernambuco (ALEPE), para discutir o projeto,
depois do mesmo ter sido divulgado RECENTEMENTE pela imprensa local
(inicialmente na coluna de Meio Ambiente do Jornal do Commercio).


Segundo fiquei sabendo, os debates que aconteceram na ALEPE
tiveram um público numeroso, que reuniu cidadãos/ãs, além de
representantes de ONGs e outros profissionais que se preocupam,
estudam e lutam para a não degradação dos nossos recursos
naturais, todos preocupados com o impacto ambiental que esse
DESMATAMANTO poderá provocar. Alguns parlamentares também
se manifestaram CONTRA o projeto (estes terão seus nomes lembrados
de forma POSIVITA, vale a ressalva).

Acontece que, a única pessoa que poderia retirar
o referido projeto da pauta de votação, seria o governador
Eduardo Campos.
Mas a resposta (NEGATIVA) do governo, veio através desta lacônica
e patética nota oficial (e por que não dizer, fúnebre?),
publicada nos jornais neste domingo (18-04-2010),
tentando induzir a população a acreditar que tudo isso é para
o bem do povo, com aquela justivicativa PADRÃO de sempre (ideal
para convencer a quem não tem acesso à informação e/ou está
desempregado/a): vamos DESTRUIR a NATUREZA em nome
do PROGRESSO e da GERAÇÃO DE EMPREGOS.


Minha gente, que tal repensar o conceito
de PROGRESSO?

Segundo o dicionário digital Aurélio, PROGRESSO significa:
1.Ato ou efeito de progredir; progredimento, progressão.
2.Movimento ou marcha para diante; avanço:
3.O conjunto das mudanças ocorridas no curso do tempo; evolução.

Não é adimissível conceber PROGRESSO, nos dias atuais,
sem considerar PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
Como pode haver "EVOLUÇÃO", "PROGRESSÃO" ou "AVANÇO",
associado à DESTRUIÇÃO? Como podemos evoluir, destruindo nossos
recursos naturais? Esse conceito de progresso é RETRÓGRADO
e os políticos e governantes que apostam nesta escolha estão destruindo
lentamente o nosso habitat, deixando um enorme problema para
as gerações futuras resolverem.


Mais uma vez eu digo/repito:
Vamos fazer pressão para que os deputados NÃO VOTEM NESTE PROJETO, VAMOS DESCOBRIR OS E-MAILS

DOS MESMOS E ENCHER SUAS CAIXAS POSTAIS
DE PEDIDOS PARA NÃO APROVAREM ESTE ECOCÍDIO

EM SUAPE!



Quer entender melhor por que não deve acontecer o desmatamento
em SUAPE? Clique AQUI e leia uma entrevista com Ralf Schwamborn,

professor do Departamento de Zoologia da UFPE, especialista no assunto.





Quer saber por que a nota (fúnebre) oficial do governo do estado
é conversa pra boi dormir?


Vejamos o ítem 5
(destacado em amarelo, na imagem acima):
O governo diz que o Projeto decorre de Estudo e Relatório
de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) há muito dabatido com a sociedade
pernambucana. Se havia sido debatido com a sociedade, por que
causou surpresa a esta mesma sociedade, que protestou e solicitou
os debates que ocorreram na Assembléia Legislativa (ALEPE)?


Vejamos o ítem 7
(destacado em amarelo, na imagem acima):
Este, no meu entender, é o mais escabroso. Tenta convencer
a população, de que tudo pode ser resolvido através do conceito
atualmente na moda, da "COMPENSAÇÃO AMBIENTAL".
Tudo hoje em dia se "resolve" com a tal compensação ambiental,
como se fosse a solução para todos os problemas (ambientais).
Ora, DEVASTAR a área pretendida (em SUAPE), siginifica
impactar todo aquele ecosistema existente e, no meu entender,
não haverá compensação ambiental nenhuma nesse mundo,
que recupere o desequilíbrio que será causado no local
afetado (SUAPE).
E ainda por cima, existe outro problema: o do cumprimento da promessa.
Seja lá o que for que estão chamando de compensação ambiental,
será que vai acontecer de fato? Porque todo mundo sabe que, EM GERAL,
promessa de político é dívida eterna.

E mais:
Plantar árvores e manguezais em outros locais (compensação ambiental)
não vai manter a vida das espécies que habitam o ecosistema de SUAPE
e que alimentam a vida de PESSOAS que residem por lá há décadas,
e sobrevivem dos seus recursos naturais.
Será que o Porto de Suape vai dar emprego aos pescadores
e suas famílias sem formação escolar adequada (a tal GERAÇÃO
DE RENDA)?
Pelo que foi noticiado pela mídia recentemente, o Porto de SUAPE
está "IMPORTANDO" MÃO DE OBRA QUALIFICADA (de brasileiros,

descendentes de japoneses que moravam e trabalhavam no Japão),
pois não tem encontrado pessoal capacitado por aqui,
nem em outras regiões do Brasil, para determinadas áreas.

É essa GERAÇÃO DE EMPREGO que o governo tanto propaga para
justificar a destruição do meio ambiente em SUAPE?



FINALMENTE:
Qual será o impacto ambiental deste ecocídio?
O que podemos esperar de SUAPE, depois da invasão dos tubarões
em nosso litoral sul? Sim, porque antes da construção e funcionamento
do porto, nossas praias eram tranquilos balneáreos, onde até a prática
do surf podia ser exercida sem risco de morte.





.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Menos uma :'(





Clique
na foto
para
ampliá-la.








Um enorme Oitizeiro (Licania tomentosa) tombou
na tarde de hoje, 16 de abril, em uma rua do bairro
do Espinheiro, no Recife.

A impressionante foto me foi enviada por um amigo,
através de uma página da "tuiteira" Olga Wanderley:
http://twitpic.com/1g1t04/full , assim como o link
para a matéria de um jornal local.
Clique aqui para ler a matéria.

É triste para a população, que perde mais árvores
como também para os proprietários dos carros
que foram atingidos no estacionamento externo
de uma loja da rede de supermercados Exta.

Não sei se foi o caso, pois a matéria não entra em
detalhes, mas infelizmente, é comum algumas árvores
de grande porte como o oitizeiro da foto, terem partes
de suas raízes cortadas irresponsavelmente,
comprometendo a sustentação das árvores, especialmente
em épocas de chuva e muito vento.

Ano passado uma amiga comunicou à Brigada Ambiental,
que o condomínio do prédio em que ela morava estava
cortando partes das raízes de outro oitizeiro (na mesma
rua do Espinheiro, sendo na esquina com a rua Amélia),
para facilitar a passagem de pedestres. O condomínio foi
devidamente multado e o síndico autuado.

Na rua do Sossego, bairo da Boa Vista, recentemente,
uma árvore da mesma espécie tombou na frente da casa
do renomado artista plástico Abelardo da Hora, causando
danos materiais ao carro de uma familiar que o visitava.

Por coincidência, eu tinha notado visíveis e grosseiros
cortes nas raízes desta árvore e uma ligeira inclunação
para a rua. Liguei para comunicar o fato para a Brigada,
mas a árvore não resistiu a chuva e fortes ventos, tombando
no dia seguinte.

No caso da árvore da rua do Sossego, moradores
afirmaram que a COMPESA (
Companhia Pernambucana
de Saneamento
) havia cortado as raízes
da mesma, durante a execução de um serviço no local.


O que eu estou querendo dizer é que, o perigo desse tipo
de acidente não está necessariamente ligado ao fato das árvores
serem antigas, mas também, na falta de um maior cuidado
e fiscalização do poder público em relação a observação das
condições de saúde e pelas depredações que as árvores
sofrem por uma parte da população que não sabe conviver
com esses simpáticos habitantes vegetais.




.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Burle Marx é Deus?

ou: vale a pena tanta reverência?






















A praça de Casa Forte passará por reformas
com vistas a resgatar o projeto original
do paisagista Burle Marx.

Clique AQUI para ler matéria publicada
no Jornal do Commercio em 21/03/2010.



Até que ponto vale a pena preservar o patrimônio cultural,
quando para isso é necessário fazer intervenções radicais
no patrimônio natural?

O patrimônio cultural, no caso, são os projetos paisagísticos de algumas praças da cidade do Recife elaborados por um dos mais renomados/respeitados paisagistas do Brasil, Roberto Burle Marx.
O arquiteto foi responsável por vários projetos de praças e parques da capital pernambucana, a exemplo da praça de Casa Forte, da praça do Clube Internacional, do Parque de Santana (também em Casa Forte) e do projeto original do Parque Memorial Arcoverde (aquele mesmo que o governo torceu o nariz para a derrubada de dezenas de árvores para a instalação temporária do Cirque du Soleil).

É louvável preservar a memória cultural de uma cidade
e levar aos seus cidadãos/ãs o conhecimento da autoria
das obras com as quais convivemos e interagimos no nosso
dia-a-dia, ainda mais quando temos pessoas ilustres
como responsáveis pelas mesmas.

Quando o patrimônio é uma obra exclusivamente de engenharia,
a recuperação da mesma se dá no âmbito material, na
reconstrução de uma edificação por exemplo. Mas quando
se fala em recuperar projetos paisagísticos "originais" de praças
e parques, de modo a manter os esboços e as indicações
de espécies vegetais indicadas no projeto e com suas localizações
exatas, estamos lidando com seres vivos e com um manejo muito
mais delicado do que o de se substituir ferragens ou as telhas
de um prédio histórico.

Em matéria publicada recentemente no Jornal do Commercio (clique AQUI para ler a matéria), foi divulgado que intervenções serão feitas na Praça de Casa Forte, de modo a manter o projeto original desenvlvido pelo paisagista Burle Marx, assim como foi feito com
o seu projeto para a praça do Clube Internacional, onde temos uma recriação da vegetação do semi-árido do nordeste.

No caso da Praça de casa Forte, as mudanças não seriam tão radicais como foram as da praça do Clube Internacional. Talvez até passem desapercebidas pela maioria da população. Mas no meu entender, o problema é que a referida "reforma", ou restauro, como devem preferir os autores do projeto de intervenção, envolve o transplantio de algumas espécies adultas que, ou nasceram espontaneamente, ou foram plantadas pela própria prefeitura ao longo desses anos que nos distanciam da data do projeto original da praça, que é de 1935, ou seja, há 75 anos atrás.

Segundo a matéria do jornal, o projeto original da praça contempla três setores distintos, nos quais o paisagista distribuiu espécies de origens exóticas (originárias de outros países), nativas (originárias da nossa região) e espécies originárias do amazonas. Mas, com o passar do tempo,
espécies de origens diferentes das dos setores definidos, se misturaram.
Em resumo: árvores nativas ocupam a área das exóticas, enquanto especies amazônicas estão no espaço destinado as nativas e vice-versa. Nada mais natural, afinal, a natureza é dinâmica, independente e transformadora, não se prendendo a projetos saídos de pranchetas e/ou computadores.

Agora querem fazer o transplantio de árvores adultas, uma operação delicada,
cara e sem a garantia de sucesso, transferindo-as de um setor a outro, a poucos metros de distância.
Em um passeio rápido pela praça nesse final de semana de páscoa, pude constatar a presença de pelo menos 5 Felícios/Felicium decipiens adultos (árvore exótica) e uns 2 Sombreiros/Clitoria Fairchildiana (árvore amazônica) na área destinada as árvores nativas, sem falar em uns 3 Flamboyant/Delonix Regia no local destinado as espécies amazônicas. Como relocar árvores com raízes superficiais/terrestes tão extensas como as de um flamboyant sem levá-los à morte? Serriam as árvores bancos de praça, que podem ser movidos de lá pra cá, por capricho de arquitetos?

Não seria mais plausível, preservar e conservar as diversar espécies no local onde estão, homenageando o autor da praça de outras formas?
Por exemplo, criando painéis educativos com reproduções do projeto original, e textos explicando para a população quem foi Burle Marx e o trabalho que ele desenvolveu quando trabalhou nesta cidade, e a importância de se preservar as espécies arbóreas adultas existentes na nossa cidade, independente de serem exóticas ou nativas?

Será que Burle Marx - conhecido pelo seu amor à flora e a natureza - caso estivesse vivo, aprovaria estas intervenções radicais? Quem vai notar essas mudanças, senão seus próprios idealizadores? Será que a população não deveria ser consultada? Será que os moradores da área e usuários da praça em geral, não prefeririam que a prefeitura deixasse as árvores nos seus devidos lugares e investisse na construção de uma pista de cooper e/ou outros equipamentos de lazer, por exemplo?


Clique AQUI para saber quem foi Burle Marx.



.









quinta-feira, 1 de abril de 2010

Do outro lado do atlântico...



Essa rua
era assim:
Uma alameda
de
Tílias.





Depois
ficou
assim.


Clique na
imagem para
ampliá-la,





Em plena semana da árvore, em Loulé, Portugal
- que por coincidência também comemora a semana
da árvore na mesma época que aqui, no nordeste do Brasil) -
16 tílias foram removidas na avenida mostrada na foto acima.

De acordo com informações divulgadas no blog Árvores de Portugal,
trata-se de uma espe­ci­a­li­dade algar­via. "Enquanto o país inteiro planta
árvo­res no 21 de Março, Loulé abate-as".

Ainda segundo o mesmo blog, as árvores foram derrubadas sob
o argumento de que apresentavam problemas fitossanitários que
poderiam levar a morte e consequente queda dos indivíduos, pondo
em risco a população humana.
Porém, segundo documento divulgado pelas autoridades
competentes,
esses problemas teriam sido causados por uma
sucessão de podas mal realizadas
e outros manejos inadequados com as árvores, o que acaba por tornar o próprio poder público co-responsável pela morte prematura dessas árvores.

Esse problema - manejo inadequado das árvores urbanas -
também ocorre em algumas cidades brasileiras, de acordo com
informações que já recebí de pessoas que moram em outros estados
e aqui mesmo, em Pernambuco estamos cansadas de ver podas mal feitas, onde se cortam praticamente a árvore inteira, sem dar muitas oportunidades de sobrevivência a mesma. Depois são atacadas por fungos ou outros animais, porque foram deixadas expostas ao ataque desses parasitas e acabam morredo de "morte natural".

Saiba mais sobre as árvores de Loulé, em Portugal, clicando aqui.

Saiba mais sobre a Tília, árvore originária da Ásia e Europa
clicando aqui e aqui.



Boa páscoa para todos/as!


.

segunda-feira, 29 de março de 2010

O padre é contra









Clique

na imagem
para ler
a matéria.









Em matéria publicada ontem, no Jornal do Commercio,
o padre da igreja de Casa Forte, Edvaldo Gomes, não só
é contra a construção do shopping no terreno do Hospital
Ulisses Pernambucano, como revelou quem esteve
por trás da negociação do terreno com o grupo
BVA Empreendimentos.

Ao contrário do que se imaginava, não foi o atual arcebispo
dom Fernando Saburido quem negociou a cessão do
terreno e sim, seu antecessor, dom José Cardoso Sobrinho,
o "dom Dedé", aquele mesmo que excomungou uma equipe
médica inteira, a família e a criança que havia sido estuprada,
por realizarem um aborto. Ele não só não deveria ter negociado
o terreno, como deveria estar lá dentro do hospital, recebendo
tratamento adequado.









quarta-feira, 17 de março de 2010

Chegou a nossa semana da árvore






Na semana
da Festa Anual
das Árvores,
o Grupo
Árvores
da UFRPE,

promove
evento
educativo,
junto à escolas
e a comunidade.






...em fevereiro de 1965, o então presidente Castelo Branco, sancionou o decreto-lei 55.795, que instituiu uma data diferente para comemorar o Dia da Árvore no Norte e Nordeste do País: a última semana de março. E o motivo é simples. Em março tem início o período das chuvas no Nordeste, logo, é a época do plantio.

Muita gente não sabe, mas aqui no nordeste temos uma data específica pra comemorar
a semana da árvore, também conhecida como Festa Anual das Árvores, diferente do sul/sudeste do país, que comemora em setembro. Mesmo assim, muita gente prefere comemorar
a data na mesma época dos nossos vizinhos de baixo.

Saiba mais sobre esta data clicando aquihttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D55795.htm.



Confira abaixo, programação do Jardim Botânico
do Recife
para a comemoração do Dia da Árvore
no Norte/Nordeste:




_________________________________________________________

Primeiro dia (18/03)


Manhã

09:30 Oficina 01 – Uso de espécies arbóreas na medicina alternativa

10:30 Oficina 02 – Produção de mudas

Programação paralela:
Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina
de reciclagem de papel

Tarde

13:30Apresentação de vídeos

Programação paralela:
Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina
de reciclagem de papel

_________________________________________________________


Segundo dia (19/03)

Manhã

09:00 Palestra 01 – Plantios de espécies nativas em projetos de recuperação de áreas degradadas – Fátima Carvalho (Usina Bom Jesus)

11:00 Plantio simbólico (CDL ou Bidú Krause)
Programação paralela: Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina de
reciclagem de papel

Tarde

13:30 Apresentação de vídeos

Programação paralela:
Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina
de reciclagem de papel

_________________________________________________________
Terceiro dia (20/03)

Manhã

09: 00 Teatro de mamulengos

10:00 Apresentação de vídeos

Programação paralela:
Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina
de reciclagem de papel

Tarde

13: 00 Teatro de mamulengos

14:00 Apresentação de vídeos

Programação paralela:
Trilha ecológica, jogos ecológicos, distribuição de mudas e oficina
de reciclagem de papel

_________________________________________________________



.

quarta-feira, 10 de março de 2010








Clique

na imagem
para
fazer
o download
do cartaz
.







Imprima o cartaz (arquivo PDF).
Cole na sua escola, no trabalho,
no seu condomínio e onde mais
a sua imaginação permitir.

O cartaz pode ser aberto e impresso
a partir de qualquer programa de leitura
de arquivos PDF, como Acrobat Reader,
Foxtit Reader, etc. Está em formato A4
com qualidade de impressão.

Clique aqui para fazer o download do cartaz

.

Mais detalhes sobre o evento:
Clique aqui, para assinar petição contra a construção do shopping:


.






quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tabebuia caraiba

Também conhecida como Craibeira, Caraibeira,
Ipê Amarelo do Cerrado.






Minha muda
de Craibeira,
cerca de 20 dias
após a germinação.











Tabebuia
caraiba
adulta, no
seu habitat
natural.

Foto retirada
do site Planeta Sustentavel









As árvores do gênero Tabebuia (família Bignoniaceae)
são conhecidas popularmente por Ipê. São várias espécies
existentes de ipês e variadas também a coloração de suas
flores: amarelas, roxas, rosadas, brancas.

A Tabebuia caraiba, como já deu pra perceber, possui
flores amarelas e atinge cerca de 20 metros de altura.
É uma árvore nativa do Brasil, das regiões de cerrado.
Segundo Lorenzi*, na Caatinga ocorre em terrenos localizados nos vales de rios e riachos.

Pelo seu porte e beleza é muito usada em arborização
urbana. É comum vê-las em grandes avenidas do Recife,
como a Agamenon Magalhães e na Av. Visconde de
Albuquerque, no bairro da Torre.









Craibeira na
Av. Agamenom
Magalhães,
Recife/PE










Clique aqui e aqui para saiber mais,
sobre esta espécie arbórea.




.