segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Curso : Cultivo Ecológico de Jardins e Hortas em Espaços Pequenos


A idealizadora
do curso está
planejando para
breve, uma versão
infantil.
Portanto, quem
tiver pimpolhos,
pode ir se
preparando :)





Quem já não pensou em cultivar ervas
aromáticas em casa? Que tal ir buscar o manjericão
fresquinho na janela, ao invés de ir ao supermercado
ou à feira? Bacana, não?

No próximo sábado, 06-novembro-2010 (sábado)
haverá mais uma edição do curso
de Cultivo Ecológico de Jardins e Hortas
em Espaços Pequenos
.

HORÁRIO:
aula teorica das 9h às 12h (inclui apostila)
aula prática das 13:30h às 16:30h

LOCAL:
Integre - Centro de Evolução
R. Manoel de carvalho, 93 - Aflitos (atrás do náutico)

INVESTIMENTO:
R$ 100,00 - inclui o material da aula teorica (apostila)
e da aula prática (mudas, vasos, sementes, adubos orgânicos
etc).


Para maiores informações, entrar em contato com
Simone Miranda:

meliponini@oi.com.br

81 8506 6949


Para ver o cartaz de divulgação do o curso,
clique aqui .


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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Embalagens convidam crianças a conhecer nossas ÁRVORES



e ensinam a preservar o meio ambiente.














A indústria de produtos alimentícios PANCO está
lançando uma série de embalagens para alertar aos
seus consumidores sobre a importância da preservação
do meio ambiente.

Pau-brasil, Araucária, Ipê-amarelo e Açaí
são as quatro espécies arbóreas nativas que ilustram
a série de embalagens de "bisnaguinhas" Conheça as nossas
árvores, que ainda inclui informações sobre cada uma delas.
Mas confesso que senti falta de seus nomes científicos :)

Recebi essa notícia através do site Embalagem Sustentavel
via twitter. Clique aqui para conhecer o site (recomendo)
e saber mais sobre essa e outras boas iniciativas na área
de educação ambiental, como as dicas de reciclagem (ver abaixo).













Cada vez mais as indústrias estão investindo em ações
como essa, para contribuir com a educação do seu público
consumidor. Na minha opinião deveria existir uma legislação
que obrigasse as indústrias a fazerem algum tipo de orientação
nesse sentido.
Afinal, o material precisa ser descartado de forma consciente
e responsável e cabe a todos - poder público, indústria, comércio
e nós, consumidores - cuidar para que isso aconteça.

Clique aqui para conhecer o hotsite das embalagens,
que contém informações até bastante detalhadas sobre cada
espécie, como sementes, germinação, instruções de plantio,
indicação dos locais mais apropriados para plantar cada
espécie, etc.

Parabéns, PANCO!
Que outros sigam o exemplo.
:)



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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Plantando as mudas que o Soleil derrubou.














Em protesto ao não cumprimento da promessa
de "replantio" de árvores feita pelo governo
e pelos responsáveis pela realização do espetáculo
do Cirque du Soleil em Pernambuco, ano passado,
ambientalistas protestaram quebrando o chão
com picaretas e plantaram 50 mudas de árvores.

Clique aqui e leia matéria do Jornal do Commercio,
de onde também foi retirada a foto acima
(de Guilherme Fujimoto/JC Online) .

Se você não está ao par dos acontecimentos, clique
aqui
para saber como o Cirque du Soleil destruiu
as árvores do parque Memorial Arcoverde, com
a conivência dos órgãos públicos.



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terça-feira, 18 de maio de 2010

A peleja continua






















O grupo "Amigos da Tamarineira" prepara
um evento para o dia 5 de junho, sábado pela manhã
(dia do meio ambiente).

Continua a luta contra a construção de um shopping center no local onde funciona um hospital psiquiátrico.
O terreno foi negociado pela Santa Casa
de Misericórdia
a um grupo empresarial.


Desde que foi divulgado pela imprensa, o assunto
tem provocado polêmica, pois implica no fechamento
do hospital psiquiátrico, que é considerado uma
referência, além de supressão arbórea (30% da cobertura
vegetal) e o impacto que o shopping poderá provocar
no trânsito já caótico daquela região.

Quem se interessar em participar e/ou divulgar o evento,
fique atento ao blog do grupo "Amigos da Tamarineira":

http://amigosdatamarineira.blogspot.com/


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Lá vem chegando o São João!
















Mês que vem (junho), é época de uma das festas mais populares
e animadas aqui no nordeste. É a festa do forró, das quadrilhas
juninas e dos fogos de artifício.

Mas também é a festa das fogueiras, que trazem consigo alguns
problemas ambientais, como a queima da madeira que espalha CO2
pelo ar e também o desmatamento ilegal das árvores, para
transformá-las em combustível para iluminar e aquecer a noite
junina.

Não sei se foi coincidência, mas ontem, há mais de um mês
de distância das festas juninas, encontrei três árvores urbanas
completamente dizimadas em uma calçada de uma rua no bairro
do Rosarinho, zona norte do Recife. Praticamente só restavam
os troncos delas. Na mesma rua, no jardim de uma residência,
se encontravam algumas toras de madeira armazenadas.
Fiquei me perguntando se aquelas toras não seriam das pobres
árvores da calçada da rua. Na dúvida, acionei a Brigada Ambiental
para investigar e, se fosse o caso, punir os responsáveis.
Deixei recado também na redação de um jornal local, para coluna
de meio ambiente, caso de houvesse interesse pelo assunto.

De qualquer forma, independente do que tenha ocorrido, as árvores,
ou o que restou delas, estava lá na rua, proporcionando uma das
imagens mais desagradáveis de se ver (pelo menos, pra mim).

O endereço é a conhecida Av. Santos Dumont, num trecho
que nem eu mesmo sabia que ainda pertencia a esta via:
fica um pouco depois que a referida avenida cruza a Av. Norte,
quase chegando numa outra avenida onde tem um canal, a mesma
que margeia o estádio do Arruda. E as árvores trucidadas,
ficam no cruzamento desta Santos Dumont, com a Rua Noronha
de Carvalho, no já citado bairro do Rosarinho.

Valeria a pena se os órgãos competentes investigassem a origem
da madeira que se encontra armazenada no jardim da residência
da rua onde as árvores foram destruídas, pois, mesmo que não sejam
das árvores da rua, é necessário saber SE A MADEIRA É DE ORIGEM
LEGAL E SE TEM AUTORIZAÇÃO para ser comercializada.

Se autuam e multam pessoas que criam papagaios - alguns, que há tempos
já são animais completamente domesticados, tratados e alimentados
com carinho, enquanto outras espécies silvestres são mantidas em
cativeiro do Parque 13 de Maio, expostas ao barulho urbano e de shows
que são realizados por lá - por que não punir também as pessoas que
destroem árvores para fazer "dinheiro extra" na época das festas
juninas com a sua madeira, e ainda poluem o meio ambiente com muita
fumaça na noite de São João?

Sejamos justos...


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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Vigília CONTRA DESMATAMENTO recorde

Segue abaixo nota de esclarecimento para que entendamos
melhor porque o governo não deve desmatar SUAPE
e o convite para uma vigília em protesto contra este
projeto de lei absudo.

A vigília está sendo realizada nesta quinta-feira,
22-04-2010 deste às 7h00 da manhã e ocorrerá
DURANTE TODO O DIA, na Rua da Aurora, em frente
à escultura do CARANGUEIJO e está sendo organizada
pelo Comitê de lutacontra a destruição dos nossos Mangues,
comitê este, composto por algumas das entidades mais
representativas de defesa do meio ambientedo nosso estado.


"ONGs, Ibama e pesquisadores,
garantem que há área disponível,
sem a necessidade de desmatamento

de vegetação nativa, para abrigar as novas
instalações do complexo"
(fonte: bolg do meio ambiente de JC:
clique AQUI para ler mais).




Clique AQUI para saber
quais foram os deputados
que VOTARAM A FAVOR
DO DESMATAMENTO
recorde em SUAPE.







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Pojeto de Lei Ordinária 1496/2010
Nota de Esclarecimento


As Entidades Ambientalistas e Integrantes de Movimentos Sociais vêm através desta, expor os seus posicionamentos referentes ao Projeto de Lei Ordinária Nº 1496/2010, de autoria do Poder Executivo.

O Projeto de Lei Ordinária Nº 1496/2010 trata de autorizar a supressão de uma área vegetal predominantemente nativa, totalizando 1.076,5780 ha (mil e setenta seis hectares, cinquenta e sete ares e oitenta centiares), divididas entre Manguezal, abrangendo 893,4820 ha (oitocentos e noventa e três hectares, quarenta e oito ares e 20 centiares); Remanescente de Mata Atlântica, abrangendo 17,0329 (dezessete hectares, três ares e vinte e nove centiares), sendo esta área localizada numa Zona de Preservação Ecológica (ZPEc); e Mata de Restinga, abrangendo 166,0631 ha (cento e sessenta e seis hectares, seis ares e trinta e um centiares), localizada no Complexo Industrial Portuário de Suape - CIPS, no litoral sul do Estado de Pernambuco.


Considerando que:

· O EIA/RIMA (ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL /RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL) do empreendimento em tela foi feito há mais de 10 anos, e por esta razão, está desatualizado, por não ter considerado condicionantes socioambientais hoje indispensáveis na sua análise;

· Um Decreto de Utilidade Pública não pode contrariar os determinantes e as garantias da Constituição Federal, especificamente no que estabelece o Art. 225;

· A decretação de utilidade pública do processo em questão, vislumbra apenas o processo de urbanização da ampliação do Porto de Suape e NÃO outros aspectos, como a condição das comunidades de pescadores e da sociedade beneficiada com seus produtos (alimento ofertado), dos agricultores familiares, a garantia da conservação da paisagem, fundamental para o setor turístico;

Considerando, ainda, que o Decreto Nº 82899, de 19 de dezembro de 1978, que Declara de utilidade pública e interesse social de Suape foi publicado em 1978, antes da:

Lei de Zoneamento Industrial nas áreas críticas de poluição – 6803/1980
Lei de Política de Meio Ambiente - 1981
Lei de Gerenciamento Costeiro – 7.61/1988
Lei de Criação do IBAMA – 1989
ECO - 1992
Lei de Recursos Hídricos - 1997
Lei de Crimes Ambientais – 9605/1998
Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação – 9985/2000
1ª. Conferência Nacional de Meio Ambiente – 2003
Política Nacional de Combate às Mudanças Climáticas

Conclui-se a necessidade de REVISÃO do Decreto de Desapropriação para fins de expansão do complexo industrial-portuário, considerando a evolução da sociedade e dos instrumentos de defesa e gestão dos recursos naturais.

· O manguezal é cientificamente comprovado indispensável à condição de preservação de espécies e da piscosidade dos estuários e oceanos;

· A eliminação do manguezal influenciará negativa e diretamente na comunidade de pescadores, seja as tradicionais e/ou as comerciais, cujas atividades são desenvolvidas nas regiões estuarinas, marinhas e oceânicas. E ainda, influenciará negativamente em toda a população, quando da redução e má qualidade dos alimentos ofertados (produção de pescado e mariscos);

Considerando, ainda, que tal projeto não fora encaminhado para discussão no âmbito do Conselho Estadual de Meio Ambiente - Consema, no que foi feita uma convocação extraordinária para análise e parecer.

Para nós, está claro que o referido Projeto de Lei fere o direito Constitucional estabelecido no Artigo 225, quando não garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, principalmente para as populações tradicionais, de agricultores e pescadores familiares.

Inverte o papel do Estado quando não o incube de assegurar a efetividade do direito constitucional determinado no Artigo 225, e ao contrario, quando não observadas as considerações aqui expressas, passa a ser o agente infrator por NÃO:

I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e
prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;

II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País;

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.

Acentuando que as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

O Projeto de Lei refere-se a necessidade de supressão para instalação de estruturas industrial/portuária diferentes da existentes como referência no EIA/RIMA de 2000, ou seja, houve alteração do projeto original em análise, INCLUSIVE quando a supressão solicitada atinge, por exemplo, 17 hectares de mata atlântica em área de preservação ZPEC, já instituída como forma de compensação da primeira etapa do instalação do empreendimento.

Conclui-se que houve alteração do Projeto do Complexo Industrial-Portuário o que exige novos estudos de impacto ambiental e seu respectivo relatório de impacto ambiental.

Considerando que estudos comprovam que o manguezal, além de sua importância biológica para a vida marinha e oceânica, tem uma função social quando da geração de alimento e renda, com a afirmativa de que 01 hectare de mangue preservado sustenta 01 família (Leandra Gonçalves – Greenpeace- Campanha dos Oceanos) e que 01 hectare de manguezal protegido pode gerar até U$ 50 mil/Ano(Professor Jeovah Meirelles – Univ. Federal do Ceará)

Num pedido de informações à Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, nenhuma informação concreta sobre os trabalhos de compensação, de 2007 até a presente data, foi fornecida!

O que gostaríamos de ressaltar é que estamos falando de um patrimônio público. A Convenção de 1972 da Unesco estabeleceu que os recursos biológicos, tais como plantas, são uma herança comum da humanidade. Os novos acordos estabelecem que os países devem conservar a biodiversidade, desenvolver recursos para sustentabilidade e partilhar os benefícios.

É bom lembrar que apesar de Ipojuca ter uma economia cinco vezes superior à da capital e oito vezes maior do que a média estadual, ostenta o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), perdendo apenas para o município de Araçoiaba.

Que legado vamos deixar para os nossos filhos, netos, para as gerações futuras?

Recife(PE), 21/04/2010




Contatos:

Alexandre Moura - 8816 9628
Ecos - Associação Ecológica e de Cooperação Social de Pernambuco

Fábio BARROS - 9164 8018
Manoel Tabosa - 8634 9071
Associação de Defesa de Meio Ambiente de Jaboatão

Suzy Rocha - 8622 660/ASPAN
ASSOCIAÇÃO PERNAMBUCANA DE DEFESA DA NATUREZA

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Caixão e Vela Preta

Porto de Suape, Pernambuco.





Clique
na imagem
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ou clique
AQUI
para
ler a nota
ofcicial
sem os
destaques






A região de SUAPE (litoral sul do estado de Pernambuco) poderá ter uma extensa área de sua vegetação NATIVA desmatada "OFICIALMENTE" pelo Governo do Estado,
sem multas ou prisão para o responsável.


Agora, só nos resta torcer para os parlamentares
não votarem a favor deste projeto de lei, através
do qual se permitirá a DESTRUIÇÃO de de 1.076,49 hectares
vegetação nativa de SUAPE,
sendo 893,4 hectares de mangue,
17,03 de mata atlântica e 166,06 de restinga, o maior desmatamento
da história do nosso estado. Vamos torcer para que estes
parlamentares não sejam tão irresponsáveis como o governo
está sendo em relação ao meio ambiente
, e que, EM RESPEITO
aos cidadãos/ãs que os elegeram,
NÃO VOTEM A FAVOR
DESTE PROJETO DE LEI INSANO
.


Vamos torcer e fazer pressão, pois eles/as (os deputados/as)
estão lá, recebendo seus privilegiados salários às nossas
custas, eleitores que somos. Vamos ficar de olho em quais
parlamentares votarão a favor deste projeto REPULSIVO,
para nunca mais votar nos mesmos/as, e ainda fazer campanha de
esclarecimento à população para lembrar deste triste episódio
(eu farei com o maior prazer) e listar seus nomes quando eles/as
se candidatarem a outros cargos eletivos novamente.


Foram realizados dois debates na Assembléia Legislativa
do Estado de Pernambuco (ALEPE), para discutir o projeto,
depois do mesmo ter sido divulgado RECENTEMENTE pela imprensa local
(inicialmente na coluna de Meio Ambiente do Jornal do Commercio).


Segundo fiquei sabendo, os debates que aconteceram na ALEPE
tiveram um público numeroso, que reuniu cidadãos/ãs, além de
representantes de ONGs e outros profissionais que se preocupam,
estudam e lutam para a não degradação dos nossos recursos
naturais, todos preocupados com o impacto ambiental que esse
DESMATAMANTO poderá provocar. Alguns parlamentares também
se manifestaram CONTRA o projeto (estes terão seus nomes lembrados
de forma POSIVITA, vale a ressalva).

Acontece que, a única pessoa que poderia retirar
o referido projeto da pauta de votação, seria o governador
Eduardo Campos.
Mas a resposta (NEGATIVA) do governo, veio através desta lacônica
e patética nota oficial (e por que não dizer, fúnebre?),
publicada nos jornais neste domingo (18-04-2010),
tentando induzir a população a acreditar que tudo isso é para
o bem do povo, com aquela justivicativa PADRÃO de sempre (ideal
para convencer a quem não tem acesso à informação e/ou está
desempregado/a): vamos DESTRUIR a NATUREZA em nome
do PROGRESSO e da GERAÇÃO DE EMPREGOS.


Minha gente, que tal repensar o conceito
de PROGRESSO?

Segundo o dicionário digital Aurélio, PROGRESSO significa:
1.Ato ou efeito de progredir; progredimento, progressão.
2.Movimento ou marcha para diante; avanço:
3.O conjunto das mudanças ocorridas no curso do tempo; evolução.

Não é adimissível conceber PROGRESSO, nos dias atuais,
sem considerar PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
Como pode haver "EVOLUÇÃO", "PROGRESSÃO" ou "AVANÇO",
associado à DESTRUIÇÃO? Como podemos evoluir, destruindo nossos
recursos naturais? Esse conceito de progresso é RETRÓGRADO
e os políticos e governantes que apostam nesta escolha estão destruindo
lentamente o nosso habitat, deixando um enorme problema para
as gerações futuras resolverem.


Mais uma vez eu digo/repito:
Vamos fazer pressão para que os deputados NÃO VOTEM NESTE PROJETO, VAMOS DESCOBRIR OS E-MAILS

DOS MESMOS E ENCHER SUAS CAIXAS POSTAIS
DE PEDIDOS PARA NÃO APROVAREM ESTE ECOCÍDIO

EM SUAPE!



Quer entender melhor por que não deve acontecer o desmatamento
em SUAPE? Clique AQUI e leia uma entrevista com Ralf Schwamborn,

professor do Departamento de Zoologia da UFPE, especialista no assunto.





Quer saber por que a nota (fúnebre) oficial do governo do estado
é conversa pra boi dormir?


Vejamos o ítem 5
(destacado em amarelo, na imagem acima):
O governo diz que o Projeto decorre de Estudo e Relatório
de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) há muito dabatido com a sociedade
pernambucana. Se havia sido debatido com a sociedade, por que
causou surpresa a esta mesma sociedade, que protestou e solicitou
os debates que ocorreram na Assembléia Legislativa (ALEPE)?


Vejamos o ítem 7
(destacado em amarelo, na imagem acima):
Este, no meu entender, é o mais escabroso. Tenta convencer
a população, de que tudo pode ser resolvido através do conceito
atualmente na moda, da "COMPENSAÇÃO AMBIENTAL".
Tudo hoje em dia se "resolve" com a tal compensação ambiental,
como se fosse a solução para todos os problemas (ambientais).
Ora, DEVASTAR a área pretendida (em SUAPE), siginifica
impactar todo aquele ecosistema existente e, no meu entender,
não haverá compensação ambiental nenhuma nesse mundo,
que recupere o desequilíbrio que será causado no local
afetado (SUAPE).
E ainda por cima, existe outro problema: o do cumprimento da promessa.
Seja lá o que for que estão chamando de compensação ambiental,
será que vai acontecer de fato? Porque todo mundo sabe que, EM GERAL,
promessa de político é dívida eterna.

E mais:
Plantar árvores e manguezais em outros locais (compensação ambiental)
não vai manter a vida das espécies que habitam o ecosistema de SUAPE
e que alimentam a vida de PESSOAS que residem por lá há décadas,
e sobrevivem dos seus recursos naturais.
Será que o Porto de Suape vai dar emprego aos pescadores
e suas famílias sem formação escolar adequada (a tal GERAÇÃO
DE RENDA)?
Pelo que foi noticiado pela mídia recentemente, o Porto de SUAPE
está "IMPORTANDO" MÃO DE OBRA QUALIFICADA (de brasileiros,

descendentes de japoneses que moravam e trabalhavam no Japão),
pois não tem encontrado pessoal capacitado por aqui,
nem em outras regiões do Brasil, para determinadas áreas.

É essa GERAÇÃO DE EMPREGO que o governo tanto propaga para
justificar a destruição do meio ambiente em SUAPE?



FINALMENTE:
Qual será o impacto ambiental deste ecocídio?
O que podemos esperar de SUAPE, depois da invasão dos tubarões
em nosso litoral sul? Sim, porque antes da construção e funcionamento
do porto, nossas praias eram tranquilos balneáreos, onde até a prática
do surf podia ser exercida sem risco de morte.





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