segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Da minha janela...





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Clique
na imagem
para vê-la
maior.







Vejo os enormes oitizeiros da rua do Sossego
e outras espécies de árvores, nativas e exóticas.
Pra quem não conhece, os oitizeiros são essas
árvores em primeiro plano na foto. Os tons de
verde claro e escuro é característico, devido ao
surgimento de novas folhas, que tem o tom mais
claro, quase esbranquiçado.
Ao fundo, a antiga Faculdade de Direito do
Recife, cercada de palmeiras.




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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Jingobéu for all !

Divirtam-se e confraternizem neste natal
e tenham uma ótima passagem de ano.
Tudo de bom pra vcs todos/as
em 2009 e sempre! :)

Ah, e sejamos mais responsáveis com
o meio ambiente tb. Separem os seus lixos
recicláveis, solicitem plantio de árvores
para suas ruas (disque 156) ou plantem
vcs mesmos, participem contribuindo
com camapnhas em pról do meio ambiente
(como aquela do greenpeace - meia amazônia
não).

Cada pequeno ato pode fazer uma
diferença grande. A maior delas está na
nossa mudança de atitude.

Abraços e beijos!



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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O queijo de coalho e a hipocrisia nossa de cada dia




Ainda sobre a camisa protesto contra o não-parque Lindu.

Algumas pessoas acusaram meu protesto de vulgar.
Atire a primeira pedra que não falou "ah, vá tomar no C*..."
pelo menos umas 10 vezes neste ano que se encerra.
Mesmo que só em pensamento. Tipo, você acabou de
passar horas tentando cancelar uma assinatura de celular,
ou foi cortado abruptamente por um ônibus no trânsito,
ou um carro jogou lama de propósito quando você tentava
atravessar a rua, etc.

Algumas dessas pessoas que chamaram meu protesto
de vulgar até frequentam a concentração do bloco Quanta Ladeira,
no carnaval do Recife. Soube (nunca frequentei) que a maioria das
versões de músicas conhecidas que são cantadas durante
a apresentação do bloco tem no orifício anal parte integrante
e importante das letras das músicas. Nunca achei que
as pessoas que passam a tarde gritando cu pra lá
e cu pra cá, no Quanta Ladeira fossem vulgares.
Só achava isso muito queijudo, pra usar uma
expressão pernambuquês muito comum na minha infância 1.

Enfim, somos então, todos, sem excessão, vulgares.
E viva a vulgaridade assumida!

Abraços a todos/as e feliz natal :-)


1. Queijudo/a:
Vem de: tirar o queijo.
Quando o menino ainda não tinha tido experiência sexual,
dizia-se que ele ainda não tinha tirado o queijo, que era
um queijudo. Depois isso ficou sendo usado pra designar
pessoas com atitudes infantilizadas.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Convite : Inauguração

















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Olá amigos/as.

Está prevista para o próximo dia 30 de dezembro
(segundo o que tem sido divulgado pela imprensa),
a inauguração do Parque Lindu, este que vai ser
um presente de grego para a população que esperava
por um parque verde, a exemplo do conhecido parque
da Jaqueira. No entanto, o que vai ser entregue
à população, será um "não-parque", um centro de
convenções, que de concreto, só tem mesmo concreto.

Convido a todos/as para vestir a camisa da foto acima
e irmos a solenidade de inauguração.

O arquivo PDF (clique aqui para fazer o download)
tem qualidade para impressão.
Basta levá-lo em qualquer lugar que faz "transfer",
imprimir sua camiseta, vestir e correr para
a inauguração!

Clique aqui para ler a matéria escrita pela repórter
Cláudia Parente, publicada no Jornal do Commercio
em abril de 2007, que explica muito bem os motivos
do protesto contra o parque.

Abraço a todos/as e boas festas!




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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O feio da vez
Estou inaugurando um tipo de homenagem ao contrário,

aqui no blog. Vai se chamar O FEIO DA VEZ e pretende
tornar público atos de desrespeito contra nossas árvores
urbanas, causados por pessoas, empresas, instituições, etc.

O primeiro feio da vez é a loja
Romarri Tecidos
,
da
rua Amélia, no bairro das Graças.

Outro dia, pedalando por alí, num domingão, presenciei
uns homens removendo o que restava de um largo tronco
de árvore, provavelmente um Oitizeiro, árvore de grande
porte das mais comuns naquela região.
A árvore deveria ficar (deveria mesmo) na calçada da rua,
bem no centro do comprimento da largura da loja,
ou seja, bem na frente da loja. Talvez por isso tenham
feito a remoção. Devia estar tirando a visibilidade da loja
e dificultando o acesso ao estacionamento para os clientes.

Alguém pode até dizer que foi a prefeitura, mas...
A prefeitura não faz esse tipo de serviço com pessoas
que não usam uniforme oficial daquele órgão.

Uma salva de vaias
para o Feio da vez!







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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Reciclagem : Ontem, Hoje, Sempre















"O livro acima conta a história do descarte de lixo e da reciclagem
no mundo e traz informações como a primeira manifestação referente
à limpeza pública no Brasil, e outros pontos curiosos, como a origem
do termo 'gari', o surgimento do símbolo da reciclagem (as mundialmente
conhecidas três setas retorcidas), o nascimento do conceito de
reciclagem, as mudanças na composição do lixo mundial, entre outros
dados. O autor traça ainda uma linha do tempo que começa no ano de
2100 a.C. – quando os egípcios tinham o hábito de coletar e enterrar
o lixo das pessoas mais ricas – e chega até 2008, ano em que o Brasil
atinge a marca de 12% de lixo urbano reaproveitado, tornando-se assim
um dos líderes mundiais em reciclagem."

Fonte:
Envolverde.


A obra Reciclagem – Ontem, Hoje, Sempre
poderá ser adquirida pelo site oficial do CEMPRE
ou pelos telefones 11 3889 – 7806 / 8564,
por R$ 80,00.


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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Um banho de plástico!





















Ou: Designers versus plastificação.

Quem se preocupa com reciclagem, já deve ter visto na internet
ou em panfletos distribuídos por aí, uma lista dos materiais que podem
ou não, ser reciclados.
Entre os materiais que não podem
ser reciclados está o Papel Plastificado!
Se você não sabia disso, clique aqui.

Pensei então em convocar os designers conscientes e preocupados com o meio ambiente,
a fazer a nossa parte,evitando ao máximo indicar esse tipo de acabamento emnossos projetos
e também a fazer um trabalho de conscientizaçãojunto aos nossos clientes e fornecedores (gráficas), caso estes insistam em usar esse tipo de material.Acho que até as (ainda tão em moda) "laminaçõesfoscas", que usam uma fina película plástica,podiam ser evitadas.
Poderíamos reduzir as plastificações à materiais que tivessem vida útil mais longa,
que pudessemser reutilizados, ou do tipo que as pessoam guardam comosouvenirs, como bottons, por exemplo.

Pensei em propor também uma campanha solicitando esclarecimentos aos fabricantes de produtos industrializados sobre o por que de os mesmos ainda usarem acabamento de plastificação em produtos como embalagens de sabonetes, por exemplo. Com o descarte
destes produtos, a fina película de papel se decompõe e o que sobra é apenas o plástico,
que ainda vai demorar um tempo razoável para se decompor.

Voltando a questão do designer como voluntário nessaguerra mundial contra o uso indiscriminado do plásticoem produtos industrializados: E se pudéssemos contar coma colaboração das associações de designers e publicitáriosespalhadas pelo país fazendo campanhas educativas na tentativade conscientizar os fornecedores, os veículos de comunicaçãode massas, designers, diretores de agências, de arte, enfim,todas as partes envolvidas na produção desses produtos"ecologicamente incorretos" (se é que poderíamos chamá-los assim)?

Eu acho que podemos fazer a nossa parte sim.
E aí? Quem estaria disposto a abandonar
um "capricho de designer" em prol de
um mundo mais limpo?
Muitas vezes as pessoas nem param pra pensar
no que estão fazendo e nem percebem
que podem reprogramar o seu "piloto automático".
Vamos acordar! :-)

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